Polícia Civil de São Paulo pede prisão do tenente-coronel investigado pela morte da mulher, que também era policial militar

  • 17/03/2026
(Foto: Reprodução)
Marido de PM morta com tiro na cabeça é indiciado por feminicídio Em São Paulo, a Polícia Civil pediu a prisão do tenente-coronel investigado pela morte da mulher, que também era policial militar. A polícia indiciou o tenente-coronel Geraldo Leite Neto pelos crimes de feminicídio e fraude processual. De acordo com os investigadores, ele tentou simular que a mulher, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, tinha se suicidado. A Justiça agora vai decidir se decreta ou não a prisão. Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro no apartamento em que o casal morava na capital paulista. O marido foi quem chamou a polícia e disse que a mulher tinha tirado a própria vida. A família de Gisele contestou a versão. A Justiça determinou a exumação do corpo para novas análises. Exames feitos logo depois da morte e também depois da exumação indicaram que Gisele tinha marcas no pescoço e no rosto provocadas por força exercida pela pressão dos dedos das mãos e marcas de unha na pele. Polícia Civil de São Paulo pede prisão do tenente-coronel investigado pela morte da mulher, que também era policial militar Jornal Nacional/ Reprodução As circunstâncias da morte também chamaram a atenção dos bombeiros que atenderam a ocorrência. Em depoimento à polícia, os socorristas disseram que não parecia um cenário de suicídio e desconfiaram da posição da arma - tão bem encaixada na mão da vítima. Os bombeiros também afirmaram que o marido não tinha marcas de sangue que indicassem que ele teria tentado socorrer a mulher. O Jornal Nacional não teve retorno da defesa do tenente-coronel Geraldo Leite Neto. LEIA TAMBÉM Polícia Civil pede prisão de tenente-coronel no caso da PM morta após tiro na cabeça em SP 'Qualquer hora me mata': PM que morreu com tiro na cabeça se queixou de ciúmes de tenente-coronel em mensagem Morte da PM Gisele: laudos indicam que soldado não estava grávida nem foi dopada, mas havia mais manchas de sangue no imóvel

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/03/17/policia-civil-de-sao-paulo-pede-prisao-do-tenente-coronel-investigado-pela-morte-da-mulher-que-tambem-era-policial-militar.ghtml


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